Fiz um blog pessoal - Catadora de Palavras. Inicialmente meu propósito era escrever sobre coisas do dia a dia, meus devaneios, para esvaziar a mente... Depois veio a necessidade de escrever sobre trabalho. Aí as postagens começaram a se misturar. Daí surgiu este blog - o Catadora de trabalho!

Um pouco do meu trabalho - in door e out of door: desenvolvendo equipes e vencendo obstáculos



Primeiro as instruções de como será o trabalho...






Agora vamos começar a vivenciar o trabalho de uma maneira lúdica e construtiva.


E discutir como está sendo... O famoso CAV!

Precisamos aquecer o corpo para tantas aventuras e obstáculos que nos esperam!

Inclusive à noite...


E quem disse que tem comida pronta? Precisamos compartilhar tarefas para fazer nosso jantar!



E nos preocupar com a animação do jantar também não é?



Perdidos no mato? Precisamos encontrar a saída!

Mesmo com algum obstáculo não podemos deixar de tentar!


Agora saltos para alcançar os alvos determinados em cordões de cipó!

Uns ajudando os outros: sempre!


E no final desta atividade todos conseguem juntos!

Agora a tarefa é mano a mano combinado?


Bom, precisamos atravessar um rio por uma ponte de cordas! Vamos?




Viu como a gente consegue tudo, por mais que nos pareça à princípio difícil!

Só faltava essa... Construir as próprias embarcações para fazer canoagem?


Deu certo! Prontos para embarcarem e chegarem no destino determinado e combinado!


Falta só um pouquinho... Vamos, força!
E como é bom comemorar mais uma vitória! Já estamos bem mais seguros das nossas habilidades e competências!

Como é que é? Atravessar um pântano e se sentir atolado no barro, com os pés presos e agarrados?


Mas não é isso que às vezes acontece no trabalho e agente consegue? Então, parabéns, pois conseguimos mais uma vez!
Agora é bom parar para uma recompensa merecida: um bom lanche para carregar as energias. Pois depois destas vivencias vamos precisar de muita energia para aplicar tudo que vivenciamos aqui nos nossos trabalhos! Parabéns a todos nós!

Fortalecendo frentes de trabalho com jogos vivenciais










A Docência - minha outra grande paixão!



A Turma da Luluzinha...


Apresentação de trabalhos finais!

A Turma do bolinha...

Todas as turmas juntas prestando atenção na palestra!

Saudades destas turmas...


Com reciclagem, incentivando o trabalho em time







Um pouco do meu trabalho de recrutamento e seleção

Estrutura física



Apresentação de como será o trabalho


Provas situacionais


Aplicação de testes

Provas técnicas


Realização de dinâmicas

(Pré) OCUPAÇÃO com o Meio Ambiente

Atendendo a um aluno no seu trabalho de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), tive um insight sobre a (pré) ocupação das empresas, seus funcionários, do governo e das pessoas em geral com relação ao Meio Ambiente!
Tomando como exemplo uma empresa que trabalha nesta área – a de recuperação de terrenos devastados por queimadas, obras governamentais ou não ou por resíduos gerados por outras empresas, pude perceber que o conceito de Meio Ambiente é pouco esclarecido e, muito menos esclarecidos ainda, os benefícios da preservação do Meio Ambiente.
Grande parte dos funcionários que faz o trabalho do replantio não tem consciência do que esta atividade significa para o bem estar dele, da sua família, da sua comunidade e, quem dirá do benefício para a nação e para o planeta Terra. A mim não gerou tanta surpresa, pois o trabalho dos funcionários das empresas de recuperação está mais ligado à produção do que realmente ao cuidado com o Meio Ambiente. Não quero e nem posso generalizar esta afirmativa!
Mas, veja: quanta motivação este funcionário poderia ter nas suas atividades diárias, sob o calor do sol e as dificuldades de acesso às áreas para plantio se soubesse dos benefícios do seu trabalho? Esta motivação se tornaria intrínseca! Estes funcionários plantam literalmente vida para seus filhos, netos, bisnetos e para todos nós!
Mas, deixando um pouco o exemplo de empresas especializadas neste segmento e, “passando para o outro lado cerca”, quantos de nós brasileiros conhecemos o real conceito de Meio Ambiente e as conseqüências da falta de OCUPAÇÃO com esta área? Não tenho nenhuma estatística para uma afirmação precisa, mas posso arriscar um palpite: a minoria da população, especialmente a de classe baixa – que mesmo sem querer ou saber, é a que mais contribui para a poluição fluvial, pois seus esgotos não têm outro destino a não ser para os rios... Esta é a realidade!
E quantos de nós, com acesso a informações, não deixamos um filtro de cigarro, uma lata de cerveja, um papel não mais necessário por aí, jogados em qualquer lugar?
Em uma reportagem assistida recentemente, percebi a diferença de educação dos países de primeiro mundo com o nosso. Nestes países, além das câmeras de vigília da polícia distribuídas pela cidade, encontram-se também, megafones para que o cidadão receba “o puxão de orelha” na hora que comete alguma infração, seja ela ultrapassar fora da faixa de pedestres, seja jogar papel na rua ou de qualquer outra natureza.
Onde está nossa OCUPAÇÃO com o Meio Ambiente? Onde está a OCUPAÇÃO do governo, quando não espalha pela cidade, comunidades, vilas latas de coleta seletiva de resíduos? Cadê a educação direcionada para este foco?
Preocupar com o Meio Ambiente é fácil e já virou moda e questão de diferencial entre as empresas. Mas quando vai chegar a hora de OCUPAR com esta questão?
Convido a todos para pararem um pouco e pensarem na diversidade de materiais que podem ser aproveitados, desde a reciclagem do papel – há muito tempo divulgado, até a reciclagem do óleo de cozinha – que vem sendo divulgada há pouco tempo, podendo ser transformado em bio-diesel, abastecendo fábricas e automóveis, além de deixar de poluir nossos rios e o ar que respiramos.
Ocupar com o Meio Ambiente também é fácil, pois é uma questão de aprendizagem e de hábito. Nas nossas casas sabemos direitinho o lugar de desprezar o que não mais nos atende – isto é um hábito que criamos. Ensinamos isto aos nossos filhos, que com o tempo, também aprendem – isto é aprendizagem que, com o tempo, se torna um hábito. Basta estender o que fazemos em casa para fora dela também. Discutir isso em reuniões de condomínio, com os moradores da mesma rua, com o dono da padaria próxima e, por aí vai. A comunicação começa a fazer cumprir parte da sua tarefa que é a de informar! No final, quem sabe, estaremos ocupando não só com o Meio Ambiente, mas com o Ambiente todo! Por que não?
Ou será que vamos esperar para nos OCUPAR em procurar água para beber e ar para respirar?
Fica aqui esta reflexão para quem sabe contribuir para sua AÇÃO...

Gestão do Conhecimento

Atualmente, em um mercado competitivo, as empresas buscam a todo tempo, maneiras de sobreviver a este cenário mercadológico como também de se diferenciar em seus serviços e/ou produtos oferecidos. Passam então, a articular novas propostas de gestão, dentre elas a gestão do conhecimento e a gestão da informação.

O conceito de gestão de conhecimento e de gestão da informação é visto sob óticas diferenciadas, como podemos observar nas colocações dos autores a seguir.
Segundo Davenport (1998), a gestão do conhecimento pode ser vista como uma série de ações gerenciais constantes e sistemáticas que facilitam os processos de criação, registro e compartilhamento do conhecimento nas organizações. Para Alvarenga Neto (2005), gestão do conhecimento deve ser entendida como gestão da organização na era do conhecimento. Na concepção do autor, as empresas não gerenciam o conhecimento; este se encontra incorporado em cada pessoa e na fronteira periférica existente entre as mentes de várias pessoas que atuam dentro de uma mesma organização. O que as empresas fazem é gerenciar as condições ambientais necessárias à criação e troca de conhecimento novo, favorecendo o processo de inovação, necessário à sua sustentabilidade. A idéia de que não se gerencia o conhecimento na concepção estrita da palavra se aproxima da visão de Albrecht (2004), quando diz que o conhecimento não deve ser disciplinado. Aqui, toma-se emprestada a opinião de Von Krogh; Ichijo; Nonaka (2001), quando dizem que não se gerencia conhecimento, apenas capacita-se para o conhecimento, facilitando-se os relacionamentos, as conversas e o compartilhamento do conhecimento localizado em toda a organização, independentemente de suas fronteiras geográficas e culturais.

Em relação à gestão da informação, conforme defende Alvarenga Neto (2005), ela é considerada como um dos componentes da gestão do conhecimento. Para o autor, a gestão da informação deve ser vista como o ponto de partida para qualquer iniciativa relativa à gestão do conhecimento. No entanto, ela não tem a preocupação com a criação, uso e compartilhamento de conhecimentos, o que faz a gestão do conhecimento ir muito além da gestão da informação.

Não se nega que a gestão da informação é apontada como uma ferramenta essencial à gestão do conhecimento. As empresas, sem dúvida, podem ser mais inteligentes promovendo o entendimento do seu business entre todos os empregados, fazendo a informação “girar”. Mas, para tanto, precisam transformar seus dados em informação e depois em inteligência ou conhecimento, conforme processo a seguir.

DADO: reflete as operações diárias da organização; são “brutos”.

INFORMAÇÃO: são os dados processados e consolidados.

INTELIGÊNCIA OU CONHECIMENTO: entendimento dos dados processados.

Entretanto, para que a gestão do conhecimento seja considerada um marco estratégico, torna-se necessário investir na geração e disseminação do conhecimento por meio de pesquisas, estudos, artigos, palestras e aulas, que tornam uma instituição reconhecida como geradora de conhecimento próprio. Desta maneira, a instituição estaria trabalhando de forma proativa, dinâmica e engajada ao objetivo – Gestão do Conhecimento.

Alguns pontos podem ser considerados no intuito de reconhecer se uma instituição tem mesmo uma gestão voltada para o conhecimento. São eles:
P estabelecimento de uma visão estratégica para o uso da informação e do conhecimento;
P aquisição, criação e transferência de conhecimentos tácitos e explícitos;
P promoção da criatividade, da inovação, da aprendizagem e educação contínua;
P promoção de um contexto organizacional adequado.

Apoiando nas idéias de Carvalho e Tavares (2001:62), “para implementar um estado de gestão do conhecimento uma organização precisa:
P saber identificar e disseminar o conhecimento já existente, o seu capital intelectual;
P saber utilizar esse conhecimento já existente, aplicando-o com eficácia em seu negócio;
P saber estimular a produção de novos conhecimentos;
P saber identificar o momento em que os novos conhecimentos são produzidos;
P saber utilizar o novo conhecimento, direcionando-o para o seu negócio, tornando-o essencial para o mesmo”.

Alvarenga Neto (2005) propõe que a GC deve ser compreendida como:
O conjunto de atividades voltadas para a promoção do conhecimento organizacional, possibilitando que as organizações e seus colaboradores possam sempre se utilizar das melhores informações e dos melhores conhecimentos disponíveis, com vistas ao alcance dos objetivos organizacionais e maximização da competitividade (ALVARENGA NETO, 2005:18).

Neste sentido, vale ressaltar a importância do benchmark em instituições que já têm a excelência da gestão do conhecimento, considerando que as informações levantadas poderão vir a ser excelentes instrumentos de comparação, além de efervescente fonte de novas idéias. Desta forma, espera-se a proximidade de boa parte dos movimentos e dos ambientes nos quais se produzem a criação, a retenção, o compartilhamento e a disseminação dos conhecimentos, movimentos estes que dão suporte à implementação de um estado de gestão do conhecimento na organização.

Responsabilidade Social das Empresas

Em uma época – 1900, na Revolução Industrial, o lema era Relações Industriais, onde se importava a produção acima de qualquer coisa, inclusive das pessoas. O foco era a tradição, o passado.
Passados alguns anos, final da 2ª Guerra Mundial, com muita mudança e transição, chegou a Era da Informação - década de 90, com culturas organizacionais focadas no futuro, valorizando o conhecimento, lidando com as pessoas como seres humanos pro ativos, dotados de inteligência e habilidades.
Tecnologias cada vez mais avançadas, máquinas e robôs substituindo e ajudando no trabalho das pessoas, produção cada vez mais acelerada. Gestão da Qualidade, Gestão do Meio Ambiente, Gestão da Segurança no Trabalho, Qualidade de Vida no Trabalho, tudo para padronizar processos, aumentar a satisfação dos funcionários no trabalho, diminuir o turnover, reter talentos e atrair outros, fidelizar clientes e captar outros e, por aí vai...
O lema hoje é Responsabilidade Social das Empresas. Nunca ouvi falar tanto disso!
Mas, lembro-me bem, que recentemente – 2002, quando era Gerente de Recursos Humanos de uma grande empresa, já nos ocupávamos com isso. Oferecíamos apoio à comunidade, em escolas da região através de investimentos em livros para os alunos, contribuição com cestas básicas para os professores, cuidados com os jardins da escola, palestras educativas, entre outras atividades. No entanto, isso não era tratado como um Marketing Empresarial e, sim, como uma ocupação em retribuir à região, a qual provia de mão de obra a empresa, pois a maior parte do quadro de funcionários ali residia. Era uma maneira de beneficiar os funcionários indiretamente, melhorando a educação escolar de seus filhos, netos ou familiares.
Hoje escuto falar que empresas têm responsabilidade social, porque contratam portadores de deficiência ou porque são éticas e cumprem seus deveres legais e morais. Mas isto não é responsabilidade social! É uma OBRIGAÇÃO das empresas! Será que vamos começar a confundir obrigações lícitas com cuidados sociais?
Ao meu entender, Responsabilidade Social não vem de fora para dentro e, sim, ao contrário.
Começa com o respeito aos que trabalham na organização, aos seus valores, culturas e crenças. Com o respeito às condições de trabalho oferecidas pela organização.
Continua com a ocupação em atender seus clientes e fornecedores externos com qualidade – pontualidade e conformidade.
Depois disso, pode ser possível pensar em Responsabilidade Social no seu conceito mais amplo, onde as empresas possam identificar formas inovadoras e eficazes de atuar em parceria com os públicos afetados por suas atividades.
Uma pesquisa recente realizada pela Market Analysis revelou que 76% dos consumidores brasileiros acreditam que podem influenciar a atitude das empresas por meio do poder de compra. Ao preferir produtos e serviços sustentáveis, o consumidor valoriza as empresas que pautam suas operações pelos princípios da Responsabilidade Social: conservação do meio ambiente, respeito aos funcionários, envolvimento em ações na comunidade. E a preocupação é tanta que está em fase de elaboração, a ISO 26.000, que fala da Responsabilidade Social das Empresas, com previsão de lançamento em 2008. Essa ISO, está sendo encabeçada por 2 países, um desenvolvido que é a Suécia e outro em desenvolvimento que é o Brasil, que participa pela 1ª vez da elaboração de uma ISO. O papel dessa ISO é tentar difundir de uma forma sistematizada, o que as empresas podem fazer, e apresentará diretrizes de Responsabilidade Social e orientações a organizações de diferentes portes.
Então, antes da ISO 26.000, ainda temos algum tempo para fazer algo... Vamos começar a fazer nossa parte, de dentro para fora, buscando a humanidade que está lá dentro de cada um esperando para ser tocada e começar a agir! Eu posso, você pode e, juntos, faremos a diferença.